sábado, 3 de março de 2012

DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE A TV E O SOFÁ


Você sabia que o tamanho da tela e a distância entre a TV e o sofá são muito importantes para a saúde da visão e também para melhor visualização da imagem no aparelho?

Não adianta escolher uma TV gigantesca se for colocá-la em um ambiente pequeno e apertado. O brilho incomoda os olhos depois de um tempo e sua visão sai prejudicada, além de a visualização das imagens serem desconfortável. Seus olhos ficam cansados rapidamente.





QUAL A DISTÂNCIA CORRETA OU IDEAL QUE DEVE EXISTIR ENTRE SUA TV E O QUERIDINHO SOFÁ?




Existe uma fórmula matemática para determinar este espaço.Converta em centímetros a medida da tela da TV, que é dada em polegadas.
Para isso multiplique este valor por 2,54. Depois multiplique o resultado por 2,5. este número é o valor em centimetros da distância mínima da TV e o espectador.




Para a altura deve-se levar em consideraçaõ o conforto do usuário, ou seja, normalmente o centro da tela na altura da linha do olhar de uma pessoa sentada ou deitada se for no dorm.

Geralmente entre 90 cm a 1,10m do chão.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

REAPROVEITE OBJETOS NA DECORAÇÃO

PODE ENTRAR:


Me Chamo Evelyn Ariane Lauro , não conhecia o blog, ele me foi apresentado pela Kath Paloma , que ao mesmo tempo me fez o convite para participar com um post. Adorei a ideia.
Então, aqui estou eu.
Muita gente ainda acha que pra ter uma casa bacana e com a nossa cara é preciso gastar horrores em lojas de decoração. Vou mostrar que não.
Pra mim a vida tem que ter muitas cores. Acabo de me mudar para uma casa fofa mas, quase hospitalar de tão clara. Muita luz, janelas grandes, piso e paredes claros. O que a princípio me pareceu um problema, tornou-se meu maior aliado. Afinal de contas, o claro tudo aceita.
Trago 6 dicas que fizeram toda a diferença aqui em casa.
Vamos lá:
1.       Papel Contact colorido: Na Kalunga, que foi onde comprei, com R$ 10,90 você compra 45cmx2m. Que foi suficiente para fazer uma porta de armário e a bancada.
Achei que se eu pusesse no armário todo ia ficar carregado. Quando finalizei a primeira porta, achei que já era o suficiente.
Este segundo armário sofreu um acidente quando fomos montar [comprei daquele “Monte você mesmo”] e, para esconder as imperfeições, CONTACT NELE!
Dá pra fazer muita coisa bacana, as opções de cores e padrões são de enlouquecer.







2.       Reciclagem: Vamos combinar que reciclagem e reaproveitamento é a última moda na Europa. Brincadeiras à parte, sustentabilidade tem que ser palavra de ordem sim! O que além de gerar benefícios ao meio ambiente, dá graça na decoração e poupa seu bolso.
Caixotes de feira com resto de tinta e resto de tecido [o que é opcional, coloquei para proteger os livros, dependendo da finalidade não é necessário colocar] transformam-se em prateleiras modernosas. O bom desse tipo de madeira é que ela aceita todo tipo de tinta, sério mesmo. Tinha resto de tinta para azulejo branca, passei e fiz um fundo e, para dar cor você pode usar guache ou tinta para tecido diluída em água, tingir a tinta branca que você já tem com aquelas bisnagas de corantes, ou passar qualquer tinta, de qualquer cor que você tiver em casa. O segredo é deixar secar bemmmmmm.





















E essa cabeceira?! Nessa a gente se superou, fala sério! Digo isso e a idéia nem foi minha, foi do maridão.


   Ele encontrou essa janela [é uma das folhas de uma janela] na rua e resolveu pegar. Tirou todo o vestígio de vidro e de cola, lixou bem e, com plaquinhas de madeira [que compramos numa loja do tipo “Faça você mesmo” na seção de retalhos e sobras, com R$5,00 compramos toda a madeira que precisávamos para montar a cabeceira e fazer 3 prateleiras que ainda não foram feitas]. Escolhemos os tecidos [escolhi três estampas de tricoline e compramos ½ metro de cada. Sobrou para fazer outras coisas, tipo encapar as prateleiras de caixote], essa foi a parte mais cara [cerca de trinta reais], pintamos e desta vez com tinta própria para madeira, 1 latinha de ¼ dá e sobra e, com manta acrílica para o enchimento e um grampeador de estofado [é bemmm mais rápido e fácil, mas dá pra fazer no prego e martelo] a gente foi feliz.


3.       Nova vida aos móveis: Os armários brancos eu comprei e apliquei o contact, o  que não impede que você o aplique em móveis antigos para dar-lhes nova cara, vejo bastante isso por aqui. Mas, o que ganhou vida nova em casa foi a minha velha e sem graça mesa para o computador que, transformou-se numa bancada [e olha o contact ai de novo gennnte!]. Desmontando uma das laterais e fixando-a à parede com um par de mãos francesas a gente ganhou uma mesa com o dobro de espaço e só gastei o correspondente às mãos francesas [mentira, tinha em casa!].

Uma amiga mudou-se para um apartamento infinitamente menor e teve que se livrar de um monte de coisas, dentre elas esses banquinhos que, com um pouco de tinta passaram de sobra para destaque da sala de estar. Vocês precisam ver a versão estofada que fiz para presentear mamãe [com um banquinho doado, sobra de tinta, de tecido e da manta acrílica que usamos para fazer a cabeceira], mas essa fica para uma próxima oportunidade, não tenho uma foto à mão...







Obs.: Botaram reparo na manchinha branca de tinta no banquinho azul??? Bruxaria da brava! Não sei como essas coisas funcionam, mas a tinta era branca, resolvi colorir com a bisnaga de cor, mas acho que pra essa tinta para madeira o esquema é mais complexo [kkkk]. Eu colocava e colocava e colocava o corante e nada de ficar azul, coloquei quase metade da bisnaga e nada de ficar azul. Desisti. Passei a primeira pincelada e BRANCA! Quando comecei a friccionar o pincel no banco, não é que ficou azul, mas como coloquei muito corante, ficou azul neste tanto “aê” e, a mancha branca está ai para eu não esquecer a história [ela não deve ter sido friccionada – kkkk]. 
Obs 2: essa poltrona era vermelha. Queria muuuuito uma poltrona, mas genteeeeeeeeee, como é caro! Não é que minha mãe tem uma amiga que estava desmontando um consultório de psicologia e queria se livrar dela?!  De R$ 1.000,00 com uma poltrona, gastei R$ 300,00 para reformar uma velha. #PuroLucro!
Olha o que R$17,00 de tinta e R$ 6,00 de adesivos fazem com um velho armário de escritório [este está na família cerca de 15 anos e já era velho quando chegou – kkk]. Mas a viagem não acabou, estou na busca dos puxadores de porta perfeitos.

















4.       De olho nas promoções: “Alguém disse: Promoções?!”
A-MO! Gente! dá pra fazer excelentíssimos negócios só de olho nas promoções.
Meu banheiro tem piso branco, azulejo bege e louça marrom [quase morri de desgosto, mas morar de aluguel tem dessas coisas]. Precisava de vida. O primeiro passo foi o armário [e o contact], o segundo era ir à busca do espelho perfeito. Vamos dar um pulinho na Tok&Stok? Meu marido quase enfarta. “Você é louca? Gastamos até as tulhas com essa mudança, com presentes de natal, com isso e aquilo!” e, não é que encontrei o espelho perfeito [e outras coisinhas mais] numa super promoção lá! Um bom espelho [sem moldura] custa cerca de R$90,00, esse ai custou R$117,00, com essa moldura luxo. Ele custava mais de R$200,00, é de cristal [o que significa que ele não vai oxidar e encher de manchas], de madeira tratada e de reflorestamento. Essa época do ano é ótima para fazer boas compras.



E essa cortina de tiras por R$ 15,00? Na lojinha do bairro. Cor e mais privacidade para a área dos quartos.  Ela tem passador para varão, mas como não cabia um naquela parede, foi no preguinho mesmo.


Super mercados também são ótimos para garimpar objetos de decoração e utilidade em geral.
                           Desta vez encontrei lindos porta retratos [daqueles estofadinhos de tecido] e caixas organizadoras por preços in-crí-veis. Prometo manter minha bagunça acadêmica organizada!


Lojas de material de construção também são ó-ti-mas.
Na C&C sempre tem lindas cortinas, louça e muitas coisinhas interessantes. Voltarei lá para comprar vasos de plantas, mas, meu último achado foi...

Garrafas coloridas por R$ 10,00. Tem de várias cores e modelos, me apaixonei por essa licoreira. Agora o que ela faz no quarto [e ainda vazia] eu não sei, sei que ornou e ficou!

E essa toalhinha do tempo da vó?! Hummmm, super em alta. Pede, todo mundo tem uma avó ou uma tia que sabe fazer. Adoro! Não vale encher a casa com elas, mas uma aqui e outra ali dão um charme retrô e romântico. As minhas foi a tia mais velha quem fez.



5.       De olho no que temos em casa: Adoro isso! Essas molduras continham umas reproduções velhas e amareladas, hoje, forradas com papel manilha [que é suuuuper barato e tem uma cor incrível], sustentam as caricaturas e uma lembrança que trouxe de Caminito e que esperaram 2 anos para sair da gaveta.
“E esse adesivo?” R$ 6,00 na papelaria do bairro, ele e o que colocamos na porta do armário amarelo. Claro que não tem a mesma qualidade dos adesivos vinílicos que custam pra lá de R$ 60,00, mas para lugares que não pegam luz do sol direta, nem umidade e que  não sofram agressões físico-químicas [criança, cachorro, faxina], eles são ótimos e sobrevivem bastante. Fora que a esse preço, dá pra mudar o motivo sempre que der na telha.  A desvantagem é que o recorte nem sempre é perfeito, o que gera certo trabalho para removê-los da cartela e fixá-los na superfície escolhida, então, sempre que possível, opte pelos modelos que apresentarem menos recorte possível. Os mais básicos [e acredite, esse é básico] são ideais para quem não quer passar raiva.



Caixa de louça [daquelas que vêem jogos de pratos] viram caixa organizadora [com o que sobrou do contact do segundo armário, ganham estilo].  Vale comprar caixas de MDF em lojas de artesanato e dar a elas a sua cara. Depois que descobri o papel contact colorido, ninguém me segura.





6.       Personalidade: Essa é a mais importante das dicas. Na verdade é o primeiro passo. Você tem que ter clareza do que você gosta e o que quer que sua casa represente. Eu gosto de cor, de muita cor, gosto do pós-moderno e do vintage. Do romântico e do expressivo e acho que minha casa representa toda essa dicotomia. Para além das promoções incríveis e das soluções práticas, a casa tem que ser o seu espelho, para que você se reconheça nela e sinta prazer em estar dentro.
                              É isso ai! Adorei o blog e espero poder ter contribuído de alguma forma. Qualquer dia eu volto para apresentar a minha cozinha vermelha e outras coisinhas mais.

Beijo Beijo!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TV Retrô LG

    TV Retrô 14", design dos anos 60, imagens em cores, preto e branco ou sépia


    Para relembrar os bons e velhos tempos a LG traz a nova TV Retrô, ela vem com um design que nos leva para os anos 60 com uma elegância extraordinária.







     Possui tela de 14", antenas, e bases cromadas removíveis .








    Com a 14SR1AB você tem três opções de cores para assistir seus programas: coloridos, preto e branco, ou sépia.




     A TV retrô deixará a sua casa charmosa, com o ar nostálgico dos anos 60.





    Olha como é fofo esse controle






     Essa aqui é do salão Pin Up Projeto que estou fazendo em Natal RN



    Amei!
    Encontramos essa na Tok&Stok do shopping Recife no valor de R$ 398,00


    Fonte: LG

    domingo, 13 de novembro de 2011

    CASACOR© PERNAMBUCO 2011

    Realizada há 25 anos, a CasaCor, maior mostra de arquitetura e design do país, chega, pela primeira vez, a Olinda, a partir desta terça-feira (8). O evento, que reúne ambientações desenvolvidas por 74 célebres arquitetos, paisagistas e decoradores, será realizado na beira mar da Praia dos Milagres, no bairro do Carmo, em sete dos prédios centenários que atribuíram à cidade o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. A diferença, desta vez, será a utilização de pontos turísticos da região, a exemplo de grandes casas-chalés, uma torre que seriva de mirante e também o Clube Atlântico e o antigo Cine Olinda, até então, fechado há 47 anos. Um total de 30 mil pessoas são aguardadas na feira.

    A mostra, este ano traz o tema Dia a dia com a tecnologia.







    Período
    09 de Novembro a 13 de Dezembro

    Horário
    Terça a Sexta: 15:00hs às 21:00hs
    Sábado, Domingo e Feriados: 12:00hs às 21:00hs

    Local
    Cine Olinda
    Avenida Sigismundo Gonsalves, 700 - Bairro Varadouro - Olinda - PE

    Ingresso
    Inteira: R$30,00
    Meia: R$15,00
    (Estudante com carteira de identificação escolar e idosos acima de 60 anos)



    Fonte: www.pernambuco.com

    quarta-feira, 12 de outubro de 2011

    Museu da Casa Brasileira abre a exposição Design Italiano para a Sustentabilidade

    Aqui em Sampa temos um ótimo museu, parte do seu acervo é composto por lindos móveis. Confiram a nova exposição que ta rolando por lá:

     



    A mostra tem o objetivo de conscientizar o visitante em relação aos problemas ambientais intrínsecos à produção de objetos de consumo e orientá-lo sobre a importância de fazer suas escolhas, com base na preservação do equilíbrio ambiental e no uso responsável dos recursos naturais. Com este intuito, as legendas das peças informam não só a autoria dos produtos e suas características, mas também apresentam ícones com dados sobre as possibilidades de reciclagem, a redução de emissões de CO2, economia energética, a redução na utilização de recursos naturais, entre outros. Estes dados são obtidos através do rastreamento atento de todo o processo produtivo. A ideia é estimular a reflexão sobre a complexidade dos aspectos envolvidos na questão da sustentabilidade, que tem sido tratada muitas vezes de maneira superficial, sem melhor compreensão da sua real aplicação nos processos de fabricação, uso e reuso de produtos e materiais.



    Composta por 40 peças entre materiais e objetos, reunindo de aparelhos de iluminação a pisos, revestimentos, tecidos, objetos cotidianos da casa, cozinha e escritório, produzidos na Itália.
    Design Italiano para a Sustentabilidade instiga um diálogo entre o produto e o consumidor. Materiais, processos produtivos, transporte, consumo e vida útil são elementos que conjuntamente caracterizam a sustentabilidade do produto e estarão ressaltados em cada peça, evidenciando o foco de projetistas e empresas nos aspectos ambientais e sociais.




    A exposição, resultado da parceria entre o Museu da Casa Brasileira e o Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar, insere-se no âmbito dos debates em torno da questão da produção sustentável, propostos neste ano pelo Fórum das Américas.


    A instituição, que apoia a mostra, tem suas atividades voltadas ao fortalecimento e atualização do setor produtivo brasileiro e sua inserção no continente americano. Design Italiano para a sustentabilidade integra também o calendário das comemorações do ano da Itália no Brasil e reforça a presença do país na história do design mundial.






    Realização: Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar
    Apoio: Fórum das Américas
    Serviço
    Exposição: Design Italiano para Sustentabilidade
    Datas: de 8 de outubro a 6 de novembro
    Local: Museu da Casa Brasileira
    Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel.: 3032-3727
    Entrada: R$ 4 inteira, R$ 2 meia
    Acesso a portadores de deficiência física.
    Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br
    Site: www.mcb.org.br
    twitter.com/mcb_org
    Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis; até 2 horas R$ 10,00; demais horas R$ 2,00. Domingos e feriados: preço único de R$ 15,00. Bicicletário com 20 vagas.
    Informações para a imprensa
    A4 Comunicação (11) 3897-4122
    Paula Corrêa – paulacorrea@a4com.com.br
    Paula Angelo – paulaangelo@a4com.com.br
    Neila Carvalho – neilacarvalho@a4com.com.br
    Informações para a imprensa - Secretaria de Estado da Cultura:
    Ciro Bonilha – (11) 2627-8166 cbonilha@sp.gov.br
    Ellen Oliveira - imprensa.ellen@gmail.com / ellenoliveira@sp.gov.br
    Fotos: divulgação


    Por: KATH PALOMA  blog: http://diabetesevoce.blogspot.com/ 

    domingo, 9 de outubro de 2011

    SILESTONE, O QUERIDINHO DOS DECORADORES


    Silestone é uma superfície de quartzo não poroso altamente resistente a manchas desde café, vinho, suco de limão, azeite, vinagre, maquilhagem e outros produtos comuns do dia-a-dia. Criada para decorar as cozinhas e banheiros atuais numa gama de cores de quartzo atrativas, texturas de quartzo extraordinárias e um desempenho de alta qualidade. É a única com proteção antibacteriana para bancadas que garantem o máximo de higiene nas suas superfícies.

    Ambientes com o Silestone:

    Bancadas com alto nível de resistência a impactos, ultrapassando em grande media outros produtos de aplicação similar (granito, superfícies sólidas, etc) vai-lhe dar tranquilidade na cozinha ao lidar com objetos muito duros (panelas, tabuas, etc).


     Esta resistência é atingida graças à sua composição: quartzo (dureza), resina de poliéster (elasticidade) e o sistema de vibro-compressão utilizado no processo de produção.


    Resistente a manchas e a alta temperatura



    O silestone, é um forte concorrente do CORIAN tanto no quesito disponibilidade de cores, quanto no quesito preço ao consumidor.




    Fonte: SILESTONE

    terça-feira, 4 de outubro de 2011

    RECICLAGEM DESCOLADA (Lata de tinta spray)

    Ola, pessoal.
    Hoje tirei à tarde para fuçar na NET e me encantei com essa luminária pendente feita com lata de tinta spray usada, e aproveito para dividir com vocês.
    Afinal, com um pouco de criatividade da para economizar aproveitando aqueles itens que iriam direto para o lixo e ainda ajudamos na preservação do meio ambiente.  










    Um bom exemplo de reciclagem e de decoração descolada!


    Espero que gostem ;)



    segunda-feira, 3 de outubro de 2011

    AMPLIAÇÃO OU REFORMA


    Varias são as razoes que levam a uma obra de reforma. A família pode ter crescido e necessita de um novo dormitório ou da ampliação do banheiro; os filhos mudaram de casa, e novos ambientes devem substituir os antigos dormitórios; ou mesmo uma familiar idoso passa a morar na casa.
    
    Uma reforma pode significar um gasto enorme, muitas vezes superior ao da construção de uma nova casa.
    Avalie cuidadosamente a reforma ou ampliação, e coloque limites bem definidos para a obra. São comuns reformas que começam com a interação de substituir somente o piso do banheiro e terminam com a troca do telhado de toda a residência.
    O maior problema enfrentado no Brasil é a baixa qualidade da mão-de-obra com a qual se pode contar. Uma reforma prevista para acontecer em um mês pode acabar levando três, e a que deveria terminar em três pode terminar somente após exaustivos seis meses . Imprevistos são muitos comuns em reformas, pois, na maioria dos casos, acontecem muitas surpresas no caminho, nem sempre boas.

    Analise e reconsidere todas as alterações do projeto inicial. Cada pequena mudança pode acarretar um grande estrago no final, com gastos que extrapolam o orçamento previsto eo tempo de entrega, que se alonga terrivelmente.


    Planejamento é a palavra-chave para uma boa reforma.


      Fonte: Livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas resodenciais  Editora: Senac

    terça-feira, 20 de setembro de 2011

    Museu das Cadeiras

    Acreditem... Há o Museu da Cadeira no Rio de Janeiro. Por não possuírem um site especifico, segue pesquisa sobre o mesmo.

    Em uma rua calma no meio do agitado bairro de Botafogo no Rio de Janeiro, um belo casarão do começo do século XX abriga o inusitado Museu da Cadeira desde 2004. São mais de 170 peças reunidas em uma única sala, cadeiras de todos os tipos e formatos espalham-se pelo chão, por prateleiras, pela parede e até mesmo pelo teto. O visual é um emaranhado intrigante a princípio, mas um olhar mais atento revela silhuetas peculiares que chamam a atenção de qualquer um.
    Tudo começou com a paixão do arquiteto e curador do museu Richard Valansi pelo universo do design e principalmente pelo design de cadeiras. Desde o início da faculdade ele começou então a colecionar e hoje, possui mais de 1.500 peças, considerado o maior acervo da América do Sul e uma das mais importantes do mundo. “A cadeira não é um mero objeto de quatro pernas, quando você entra aqui nesta sala o que você vê é a criatividade de todo mundo, do design e também a influência dos materiais em cada objeto.”, afirma o arquiteto. 
    Jornal, papelão, bambu e vidro são alguns dos materiais mais peculiares que encontramos nas cadeiras do museu, que abriga os mais valiosos e interessantes itens da coleção de Valansi. Ali há desde modelos mais simples, como a cadeira com assento e encosto em forma de disco de vinil projetada pelo carioca Bernardo Senna, até peças bem arrojadas, como uma espreguiçadeira criada por designers finlandeses para aqueles que não largam o computador em nenhum momento: o móvel tem uma espécie de bancada para colocar o objeto de modo que se possa usá-lo confortavelmente deitado.
    Uma das coisas mais interessantes que podemos observar é a contemporaneidade de algumas cadeiras desenhadas há mais de 80 anos atrás e também as peças que nos levam a fazer uma viagem no tempo. O acervo de cadeiras foi adquirido pelo próprio curador, em suas andanças por feiras, leilões e brechós no país e no exterior. “Novos designers têm feito doações para o museu, mas 90% das peças que estão aqui fui eu que fui atrás.”, diz Valansi.
    No espaço estão expostas cadeiras assinadas por importantes designers brasileiros e estrangeiros como Sérgio Rodrigues, Ricardo Fasanello, José Zanine Caldas, Le Corbusier, Pierre Paulin, Tenreiro, George Nelson e Peter Ghyczy.
    Serviço:

    Museu da Cadeira - Rua Martins Ferreira, 48 – Botafogo – Rio de Janeiro - Tel: 021- 2527 4044
    museu.da.cadeira@gmail.com

    Fonte: http://www.rodadamoda.com/post.php?id_post=372

    Por: KATH PALOMA

    quarta-feira, 14 de setembro de 2011

    CADEIRA EGÍPCIA

    Passando em uma avenida movimentada de São Paulo, vi um anuncio em uma loja sobre cadeiras egípcias, a partir de então fui pesquisar sobre o tema. Segue minha pesquisa:



    Na história das civilizações, uma das maiores manifestações culturais foi
    também responsável pelo primeiro mobiliário representativo: a cultura egípcia.
    A religião, a localização às margens do rio Nilo, a vegetação local, a tecnologia, o clima e a hierarquia social foram alguns dos muitos fatores que influenciaram o design egípcio. A motivação para a maior parte desta produção estava enraizada em crenças religiosas complexas, os egípcios eram politeístas e seus deuses representações de corpos celestiais, de humanos, de animais ou combinações dos dois últimos.
    Entretanto, é devido, especialmente, à crença egípcia de vida após a morte e
    das condições climáticas locais que atualmente se tem muitos dados e
    exemplos de como era o mobiliário desta época. Algumas peças encontradas
    no interior de tumbas reais estavam em ótimo estado de preservação.
    A madeira era um material escasso na região e, conseqüentemente, era pouco usada na arquitetura e no mobiliário. Para o primeiro, quando este material era empregado, ele tinha de ser importado e para a fabricação de móveis eram utilizadas peças de madeira de pequenas dimensões.
    Outra técnica criada e utilizada pelos egípcios era o ato de revestir peças de
    madeira de pior qualidade com lâminas de madeiras mais valiosas, como o
    ébano.


    Em todo o mobiliário pode-se perceber a ornamentação com símbolos
    religiosos, sendo que um dos primeiros móveis que se tem notícia foi o
    tamborete, usado por todas as classes sociais desde cidadãos comuns até a
    realeza.
    Segundo Blakemore (1997)
    “As cadeiras foram usadas, primeiramente, como símbolo de status, e
    só após a 18° Dinastia, foi que este mobiliário difundiu-se por todas
    as classes sociais. Este mobiliário tinha uma estrutura muito simples:
    assentos quadrados de tiras de couro ou feitos com a própria
    madeira, encostos inicialmente retos e posteriormente inclinados,
    poderiam ter ou não encosto para braços e os pés geralmente eram
    imitações de patas de animais com a interessante característica de
    representarem as patas dianteiras e as traseiras fielmente.”

    As cadeiras aparentavam riqueza e elegância e simbolizavam o status de quem as usava. Eram feitas de ébano e marfim ou de madeira e cobertas de materiais caros. Possuíam figuras em alto relevo, geralmente destacando o faraó e suas ações.
    Os pés da cadeira eram patas de animais, co mo leão e touro, simbolizando força, vigor e poder. Pode-se notar uma clara influência no que diz respeito aos pés das cadeiras egípcias em relação ao mobiliário Luís XV, onde usava-se na extremidade da cabriole leg a pata de um leão, representando a mesma simbologia da cultura do Antigo Egito.
    No Egito, os artesãos já conheciam sistemas de encaixes para madeira; usavam cavilhas e tinham habilidade na construção e
    Curiosidades
    - Cada animal representava uma qualidade, respectiva à sua própria característica. O chacal representava esperteza noturna; o gato, agilidade; o carneiro, reprodução; a serpente, poder de ataque; a águia, capacidade de voar; o escaravelho, ligado a ressurreição.

    Os móveis egípcios apresentam características distintas, como o costume de decorar os pés da cama e o emprego dos pés com forma de patas de animais. Esse costume teve origem remota na utilização de ossos de animais na confecção de pernas dos móveis.

    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1TUAKUo_rTqjsbexnjyDtzOU1QDOTTb2KOo7227vc1OM17aZ9sRDzhy_z7Ztb0XTYqj_mAJ-_ESU6rGNsUenAURVtVt5D26xRkCduw6OmgJGUKdi9MHFOu_OGox9Tsm0ZtsGvqa5SpwI/s1600/banco+2.jpg
    Preço...
    Uma cadeira egípcia custa em torno de R$850,00.
    Na decoração...
    Exótico e original, o estilo egípcio vai obviamente buscar inspiração a uma das civilizações simultaneamente mais antigas e mais desenvolvidas da história da humanidade. Majestosa e real, a grandiosidade de um visual como este é garantida, não só pelos objectos e relíquias primitivas e obrigatórias, mas também pelo uso predominante das cores preto e dourado. Outras cores podem ser aplicadas em “pano de fundo”, mas preferencialmente tons pálidos.                 Em termos de materiais, a opção vai quase sempre para a pele preta, grés e mármore, em detrimento da madeira, mas se não quiser prescindir deste material, que seja madeira escura. A vertente mais divertida de uma decoração egípcia pode muito bem ser a escolha dos elementos decorativos. Por onde começar? Hieroglíficos, estátuas e máscaras de seres místicos, múmias, bustos e vasos imponentes, entre tantos outros. Mas atenção, nem de mais, nem de menos… com bom gosto para não perturbar os deuses.



    Por: KATH PALOMA