domingo, 13 de novembro de 2011

CASACOR© PERNAMBUCO 2011

Realizada há 25 anos, a CasaCor, maior mostra de arquitetura e design do país, chega, pela primeira vez, a Olinda, a partir desta terça-feira (8). O evento, que reúne ambientações desenvolvidas por 74 célebres arquitetos, paisagistas e decoradores, será realizado na beira mar da Praia dos Milagres, no bairro do Carmo, em sete dos prédios centenários que atribuíram à cidade o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. A diferença, desta vez, será a utilização de pontos turísticos da região, a exemplo de grandes casas-chalés, uma torre que seriva de mirante e também o Clube Atlântico e o antigo Cine Olinda, até então, fechado há 47 anos. Um total de 30 mil pessoas são aguardadas na feira.

A mostra, este ano traz o tema Dia a dia com a tecnologia.







Período
09 de Novembro a 13 de Dezembro

Horário
Terça a Sexta: 15:00hs às 21:00hs
Sábado, Domingo e Feriados: 12:00hs às 21:00hs

Local
Cine Olinda
Avenida Sigismundo Gonsalves, 700 - Bairro Varadouro - Olinda - PE

Ingresso
Inteira: R$30,00
Meia: R$15,00
(Estudante com carteira de identificação escolar e idosos acima de 60 anos)



Fonte: www.pernambuco.com

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Museu da Casa Brasileira abre a exposição Design Italiano para a Sustentabilidade

Aqui em Sampa temos um ótimo museu, parte do seu acervo é composto por lindos móveis. Confiram a nova exposição que ta rolando por lá:

 



A mostra tem o objetivo de conscientizar o visitante em relação aos problemas ambientais intrínsecos à produção de objetos de consumo e orientá-lo sobre a importância de fazer suas escolhas, com base na preservação do equilíbrio ambiental e no uso responsável dos recursos naturais. Com este intuito, as legendas das peças informam não só a autoria dos produtos e suas características, mas também apresentam ícones com dados sobre as possibilidades de reciclagem, a redução de emissões de CO2, economia energética, a redução na utilização de recursos naturais, entre outros. Estes dados são obtidos através do rastreamento atento de todo o processo produtivo. A ideia é estimular a reflexão sobre a complexidade dos aspectos envolvidos na questão da sustentabilidade, que tem sido tratada muitas vezes de maneira superficial, sem melhor compreensão da sua real aplicação nos processos de fabricação, uso e reuso de produtos e materiais.



Composta por 40 peças entre materiais e objetos, reunindo de aparelhos de iluminação a pisos, revestimentos, tecidos, objetos cotidianos da casa, cozinha e escritório, produzidos na Itália.
Design Italiano para a Sustentabilidade instiga um diálogo entre o produto e o consumidor. Materiais, processos produtivos, transporte, consumo e vida útil são elementos que conjuntamente caracterizam a sustentabilidade do produto e estarão ressaltados em cada peça, evidenciando o foco de projetistas e empresas nos aspectos ambientais e sociais.




A exposição, resultado da parceria entre o Museu da Casa Brasileira e o Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar, insere-se no âmbito dos debates em torno da questão da produção sustentável, propostos neste ano pelo Fórum das Américas.


A instituição, que apoia a mostra, tem suas atividades voltadas ao fortalecimento e atualização do setor produtivo brasileiro e sua inserção no continente americano. Design Italiano para a sustentabilidade integra também o calendário das comemorações do ano da Itália no Brasil e reforça a presença do país na história do design mundial.






Realização: Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar
Apoio: Fórum das Américas
Serviço
Exposição: Design Italiano para Sustentabilidade
Datas: de 8 de outubro a 6 de novembro
Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel.: 3032-3727
Entrada: R$ 4 inteira, R$ 2 meia
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br
Site: www.mcb.org.br
twitter.com/mcb_org
Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis; até 2 horas R$ 10,00; demais horas R$ 2,00. Domingos e feriados: preço único de R$ 15,00. Bicicletário com 20 vagas.
Informações para a imprensa
A4 Comunicação (11) 3897-4122
Paula Corrêa – paulacorrea@a4com.com.br
Paula Angelo – paulaangelo@a4com.com.br
Neila Carvalho – neilacarvalho@a4com.com.br
Informações para a imprensa - Secretaria de Estado da Cultura:
Ciro Bonilha – (11) 2627-8166 cbonilha@sp.gov.br
Ellen Oliveira - imprensa.ellen@gmail.com / ellenoliveira@sp.gov.br
Fotos: divulgação


Por: KATH PALOMA  blog: http://diabetesevoce.blogspot.com/ 

domingo, 9 de outubro de 2011

SILESTONE, O QUERIDINHO DOS DECORADORES


Silestone é uma superfície de quartzo não poroso altamente resistente a manchas desde café, vinho, suco de limão, azeite, vinagre, maquilhagem e outros produtos comuns do dia-a-dia. Criada para decorar as cozinhas e banheiros atuais numa gama de cores de quartzo atrativas, texturas de quartzo extraordinárias e um desempenho de alta qualidade. É a única com proteção antibacteriana para bancadas que garantem o máximo de higiene nas suas superfícies.

Ambientes com o Silestone:

Bancadas com alto nível de resistência a impactos, ultrapassando em grande media outros produtos de aplicação similar (granito, superfícies sólidas, etc) vai-lhe dar tranquilidade na cozinha ao lidar com objetos muito duros (panelas, tabuas, etc).


 Esta resistência é atingida graças à sua composição: quartzo (dureza), resina de poliéster (elasticidade) e o sistema de vibro-compressão utilizado no processo de produção.


Resistente a manchas e a alta temperatura



O silestone, é um forte concorrente do CORIAN tanto no quesito disponibilidade de cores, quanto no quesito preço ao consumidor.




Fonte: SILESTONE

terça-feira, 4 de outubro de 2011

RECICLAGEM DESCOLADA (Lata de tinta spray)

Ola, pessoal.
Hoje tirei à tarde para fuçar na NET e me encantei com essa luminária pendente feita com lata de tinta spray usada, e aproveito para dividir com vocês.
Afinal, com um pouco de criatividade da para economizar aproveitando aqueles itens que iriam direto para o lixo e ainda ajudamos na preservação do meio ambiente.  










Um bom exemplo de reciclagem e de decoração descolada!


Espero que gostem ;)



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

AMPLIAÇÃO OU REFORMA


Varias são as razoes que levam a uma obra de reforma. A família pode ter crescido e necessita de um novo dormitório ou da ampliação do banheiro; os filhos mudaram de casa, e novos ambientes devem substituir os antigos dormitórios; ou mesmo uma familiar idoso passa a morar na casa.

Uma reforma pode significar um gasto enorme, muitas vezes superior ao da construção de uma nova casa.
Avalie cuidadosamente a reforma ou ampliação, e coloque limites bem definidos para a obra. São comuns reformas que começam com a interação de substituir somente o piso do banheiro e terminam com a troca do telhado de toda a residência.
O maior problema enfrentado no Brasil é a baixa qualidade da mão-de-obra com a qual se pode contar. Uma reforma prevista para acontecer em um mês pode acabar levando três, e a que deveria terminar em três pode terminar somente após exaustivos seis meses . Imprevistos são muitos comuns em reformas, pois, na maioria dos casos, acontecem muitas surpresas no caminho, nem sempre boas.

Analise e reconsidere todas as alterações do projeto inicial. Cada pequena mudança pode acarretar um grande estrago no final, com gastos que extrapolam o orçamento previsto eo tempo de entrega, que se alonga terrivelmente.


Planejamento é a palavra-chave para uma boa reforma.


  Fonte: Livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas resodenciais  Editora: Senac

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Museu das Cadeiras

Acreditem... Há o Museu da Cadeira no Rio de Janeiro. Por não possuírem um site especifico, segue pesquisa sobre o mesmo.

Em uma rua calma no meio do agitado bairro de Botafogo no Rio de Janeiro, um belo casarão do começo do século XX abriga o inusitado Museu da Cadeira desde 2004. São mais de 170 peças reunidas em uma única sala, cadeiras de todos os tipos e formatos espalham-se pelo chão, por prateleiras, pela parede e até mesmo pelo teto. O visual é um emaranhado intrigante a princípio, mas um olhar mais atento revela silhuetas peculiares que chamam a atenção de qualquer um.
Tudo começou com a paixão do arquiteto e curador do museu Richard Valansi pelo universo do design e principalmente pelo design de cadeiras. Desde o início da faculdade ele começou então a colecionar e hoje, possui mais de 1.500 peças, considerado o maior acervo da América do Sul e uma das mais importantes do mundo. “A cadeira não é um mero objeto de quatro pernas, quando você entra aqui nesta sala o que você vê é a criatividade de todo mundo, do design e também a influência dos materiais em cada objeto.”, afirma o arquiteto. 
Jornal, papelão, bambu e vidro são alguns dos materiais mais peculiares que encontramos nas cadeiras do museu, que abriga os mais valiosos e interessantes itens da coleção de Valansi. Ali há desde modelos mais simples, como a cadeira com assento e encosto em forma de disco de vinil projetada pelo carioca Bernardo Senna, até peças bem arrojadas, como uma espreguiçadeira criada por designers finlandeses para aqueles que não largam o computador em nenhum momento: o móvel tem uma espécie de bancada para colocar o objeto de modo que se possa usá-lo confortavelmente deitado.
Uma das coisas mais interessantes que podemos observar é a contemporaneidade de algumas cadeiras desenhadas há mais de 80 anos atrás e também as peças que nos levam a fazer uma viagem no tempo. O acervo de cadeiras foi adquirido pelo próprio curador, em suas andanças por feiras, leilões e brechós no país e no exterior. “Novos designers têm feito doações para o museu, mas 90% das peças que estão aqui fui eu que fui atrás.”, diz Valansi.
No espaço estão expostas cadeiras assinadas por importantes designers brasileiros e estrangeiros como Sérgio Rodrigues, Ricardo Fasanello, José Zanine Caldas, Le Corbusier, Pierre Paulin, Tenreiro, George Nelson e Peter Ghyczy.
Serviço:

Museu da Cadeira - Rua Martins Ferreira, 48 – Botafogo – Rio de Janeiro - Tel: 021- 2527 4044
museu.da.cadeira@gmail.com

Fonte: http://www.rodadamoda.com/post.php?id_post=372

Por: KATH PALOMA

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

CADEIRA EGÍPCIA

Passando em uma avenida movimentada de São Paulo, vi um anuncio em uma loja sobre cadeiras egípcias, a partir de então fui pesquisar sobre o tema. Segue minha pesquisa:



Na história das civilizações, uma das maiores manifestações culturais foi
também responsável pelo primeiro mobiliário representativo: a cultura egípcia.
A religião, a localização às margens do rio Nilo, a vegetação local, a tecnologia, o clima e a hierarquia social foram alguns dos muitos fatores que influenciaram o design egípcio. A motivação para a maior parte desta produção estava enraizada em crenças religiosas complexas, os egípcios eram politeístas e seus deuses representações de corpos celestiais, de humanos, de animais ou combinações dos dois últimos.
Entretanto, é devido, especialmente, à crença egípcia de vida após a morte e
das condições climáticas locais que atualmente se tem muitos dados e
exemplos de como era o mobiliário desta época. Algumas peças encontradas
no interior de tumbas reais estavam em ótimo estado de preservação.
A madeira era um material escasso na região e, conseqüentemente, era pouco usada na arquitetura e no mobiliário. Para o primeiro, quando este material era empregado, ele tinha de ser importado e para a fabricação de móveis eram utilizadas peças de madeira de pequenas dimensões.
Outra técnica criada e utilizada pelos egípcios era o ato de revestir peças de
madeira de pior qualidade com lâminas de madeiras mais valiosas, como o
ébano.


Em todo o mobiliário pode-se perceber a ornamentação com símbolos
religiosos, sendo que um dos primeiros móveis que se tem notícia foi o
tamborete, usado por todas as classes sociais desde cidadãos comuns até a
realeza.
Segundo Blakemore (1997)
“As cadeiras foram usadas, primeiramente, como símbolo de status, e
só após a 18° Dinastia, foi que este mobiliário difundiu-se por todas
as classes sociais. Este mobiliário tinha uma estrutura muito simples:
assentos quadrados de tiras de couro ou feitos com a própria
madeira, encostos inicialmente retos e posteriormente inclinados,
poderiam ter ou não encosto para braços e os pés geralmente eram
imitações de patas de animais com a interessante característica de
representarem as patas dianteiras e as traseiras fielmente.”

As cadeiras aparentavam riqueza e elegância e simbolizavam o status de quem as usava. Eram feitas de ébano e marfim ou de madeira e cobertas de materiais caros. Possuíam figuras em alto relevo, geralmente destacando o faraó e suas ações.
Os pés da cadeira eram patas de animais, co mo leão e touro, simbolizando força, vigor e poder. Pode-se notar uma clara influência no que diz respeito aos pés das cadeiras egípcias em relação ao mobiliário Luís XV, onde usava-se na extremidade da cabriole leg a pata de um leão, representando a mesma simbologia da cultura do Antigo Egito.
No Egito, os artesãos já conheciam sistemas de encaixes para madeira; usavam cavilhas e tinham habilidade na construção e
Curiosidades
- Cada animal representava uma qualidade, respectiva à sua própria característica. O chacal representava esperteza noturna; o gato, agilidade; o carneiro, reprodução; a serpente, poder de ataque; a águia, capacidade de voar; o escaravelho, ligado a ressurreição.

Os móveis egípcios apresentam características distintas, como o costume de decorar os pés da cama e o emprego dos pés com forma de patas de animais. Esse costume teve origem remota na utilização de ossos de animais na confecção de pernas dos móveis.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1TUAKUo_rTqjsbexnjyDtzOU1QDOTTb2KOo7227vc1OM17aZ9sRDzhy_z7Ztb0XTYqj_mAJ-_ESU6rGNsUenAURVtVt5D26xRkCduw6OmgJGUKdi9MHFOu_OGox9Tsm0ZtsGvqa5SpwI/s1600/banco+2.jpg
Preço...
Uma cadeira egípcia custa em torno de R$850,00.
Na decoração...
Exótico e original, o estilo egípcio vai obviamente buscar inspiração a uma das civilizações simultaneamente mais antigas e mais desenvolvidas da história da humanidade. Majestosa e real, a grandiosidade de um visual como este é garantida, não só pelos objectos e relíquias primitivas e obrigatórias, mas também pelo uso predominante das cores preto e dourado. Outras cores podem ser aplicadas em “pano de fundo”, mas preferencialmente tons pálidos.                 Em termos de materiais, a opção vai quase sempre para a pele preta, grés e mármore, em detrimento da madeira, mas se não quiser prescindir deste material, que seja madeira escura. A vertente mais divertida de uma decoração egípcia pode muito bem ser a escolha dos elementos decorativos. Por onde começar? Hieroglíficos, estátuas e máscaras de seres místicos, múmias, bustos e vasos imponentes, entre tantos outros. Mas atenção, nem de mais, nem de menos… com bom gosto para não perturbar os deuses.



Por: KATH PALOMA