quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TV Retrô LG

    TV Retrô 14", design dos anos 60, imagens em cores, preto e branco ou sépia


    Para relembrar os bons e velhos tempos a LG traz a nova TV Retrô, ela vem com um design que nos leva para os anos 60 com uma elegância extraordinária.







     Possui tela de 14", antenas, e bases cromadas removíveis .








    Com a 14SR1AB você tem três opções de cores para assistir seus programas: coloridos, preto e branco, ou sépia.




     A TV retrô deixará a sua casa charmosa, com o ar nostálgico dos anos 60.





    Olha como é fofo esse controle






     Essa aqui é do salão Pin Up Projeto que estou fazendo em Natal RN



    Amei!
    Encontramos essa na Tok&Stok do shopping Recife no valor de R$ 398,00


    Fonte: LG

    domingo, 13 de novembro de 2011

    CASACOR© PERNAMBUCO 2011

    Realizada há 25 anos, a CasaCor, maior mostra de arquitetura e design do país, chega, pela primeira vez, a Olinda, a partir desta terça-feira (8). O evento, que reúne ambientações desenvolvidas por 74 célebres arquitetos, paisagistas e decoradores, será realizado na beira mar da Praia dos Milagres, no bairro do Carmo, em sete dos prédios centenários que atribuíram à cidade o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. A diferença, desta vez, será a utilização de pontos turísticos da região, a exemplo de grandes casas-chalés, uma torre que seriva de mirante e também o Clube Atlântico e o antigo Cine Olinda, até então, fechado há 47 anos. Um total de 30 mil pessoas são aguardadas na feira.

    A mostra, este ano traz o tema Dia a dia com a tecnologia.







    Período
    09 de Novembro a 13 de Dezembro

    Horário
    Terça a Sexta: 15:00hs às 21:00hs
    Sábado, Domingo e Feriados: 12:00hs às 21:00hs

    Local
    Cine Olinda
    Avenida Sigismundo Gonsalves, 700 - Bairro Varadouro - Olinda - PE

    Ingresso
    Inteira: R$30,00
    Meia: R$15,00
    (Estudante com carteira de identificação escolar e idosos acima de 60 anos)



    Fonte: www.pernambuco.com

    quarta-feira, 12 de outubro de 2011

    Museu da Casa Brasileira abre a exposição Design Italiano para a Sustentabilidade

    Aqui em Sampa temos um ótimo museu, parte do seu acervo é composto por lindos móveis. Confiram a nova exposição que ta rolando por lá:

     



    A mostra tem o objetivo de conscientizar o visitante em relação aos problemas ambientais intrínsecos à produção de objetos de consumo e orientá-lo sobre a importância de fazer suas escolhas, com base na preservação do equilíbrio ambiental e no uso responsável dos recursos naturais. Com este intuito, as legendas das peças informam não só a autoria dos produtos e suas características, mas também apresentam ícones com dados sobre as possibilidades de reciclagem, a redução de emissões de CO2, economia energética, a redução na utilização de recursos naturais, entre outros. Estes dados são obtidos através do rastreamento atento de todo o processo produtivo. A ideia é estimular a reflexão sobre a complexidade dos aspectos envolvidos na questão da sustentabilidade, que tem sido tratada muitas vezes de maneira superficial, sem melhor compreensão da sua real aplicação nos processos de fabricação, uso e reuso de produtos e materiais.



    Composta por 40 peças entre materiais e objetos, reunindo de aparelhos de iluminação a pisos, revestimentos, tecidos, objetos cotidianos da casa, cozinha e escritório, produzidos na Itália.
    Design Italiano para a Sustentabilidade instiga um diálogo entre o produto e o consumidor. Materiais, processos produtivos, transporte, consumo e vida útil são elementos que conjuntamente caracterizam a sustentabilidade do produto e estarão ressaltados em cada peça, evidenciando o foco de projetistas e empresas nos aspectos ambientais e sociais.




    A exposição, resultado da parceria entre o Museu da Casa Brasileira e o Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar, insere-se no âmbito dos debates em torno da questão da produção sustentável, propostos neste ano pelo Fórum das Américas.


    A instituição, que apoia a mostra, tem suas atividades voltadas ao fortalecimento e atualização do setor produtivo brasileiro e sua inserção no continente americano. Design Italiano para a sustentabilidade integra também o calendário das comemorações do ano da Itália no Brasil e reforça a presença do país na história do design mundial.






    Realização: Ministério Italiano do Meio Ambiente, Terra e Mar
    Apoio: Fórum das Américas
    Serviço
    Exposição: Design Italiano para Sustentabilidade
    Datas: de 8 de outubro a 6 de novembro
    Local: Museu da Casa Brasileira
    Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel.: 3032-3727
    Entrada: R$ 4 inteira, R$ 2 meia
    Acesso a portadores de deficiência física.
    Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br
    Site: www.mcb.org.br
    twitter.com/mcb_org
    Estacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis; até 2 horas R$ 10,00; demais horas R$ 2,00. Domingos e feriados: preço único de R$ 15,00. Bicicletário com 20 vagas.
    Informações para a imprensa
    A4 Comunicação (11) 3897-4122
    Paula Corrêa – paulacorrea@a4com.com.br
    Paula Angelo – paulaangelo@a4com.com.br
    Neila Carvalho – neilacarvalho@a4com.com.br
    Informações para a imprensa - Secretaria de Estado da Cultura:
    Ciro Bonilha – (11) 2627-8166 cbonilha@sp.gov.br
    Ellen Oliveira - imprensa.ellen@gmail.com / ellenoliveira@sp.gov.br
    Fotos: divulgação


    Por: KATH PALOMA  blog: http://diabetesevoce.blogspot.com/ 

    domingo, 9 de outubro de 2011

    SILESTONE, O QUERIDINHO DOS DECORADORES


    Silestone é uma superfície de quartzo não poroso altamente resistente a manchas desde café, vinho, suco de limão, azeite, vinagre, maquilhagem e outros produtos comuns do dia-a-dia. Criada para decorar as cozinhas e banheiros atuais numa gama de cores de quartzo atrativas, texturas de quartzo extraordinárias e um desempenho de alta qualidade. É a única com proteção antibacteriana para bancadas que garantem o máximo de higiene nas suas superfícies.

    Ambientes com o Silestone:

    Bancadas com alto nível de resistência a impactos, ultrapassando em grande media outros produtos de aplicação similar (granito, superfícies sólidas, etc) vai-lhe dar tranquilidade na cozinha ao lidar com objetos muito duros (panelas, tabuas, etc).


     Esta resistência é atingida graças à sua composição: quartzo (dureza), resina de poliéster (elasticidade) e o sistema de vibro-compressão utilizado no processo de produção.


    Resistente a manchas e a alta temperatura



    O silestone, é um forte concorrente do CORIAN tanto no quesito disponibilidade de cores, quanto no quesito preço ao consumidor.




    Fonte: SILESTONE

    terça-feira, 4 de outubro de 2011

    RECICLAGEM DESCOLADA (Lata de tinta spray)

    Ola, pessoal.
    Hoje tirei à tarde para fuçar na NET e me encantei com essa luminária pendente feita com lata de tinta spray usada, e aproveito para dividir com vocês.
    Afinal, com um pouco de criatividade da para economizar aproveitando aqueles itens que iriam direto para o lixo e ainda ajudamos na preservação do meio ambiente.  










    Um bom exemplo de reciclagem e de decoração descolada!


    Espero que gostem ;)



    segunda-feira, 3 de outubro de 2011

    AMPLIAÇÃO OU REFORMA


    Varias são as razoes que levam a uma obra de reforma. A família pode ter crescido e necessita de um novo dormitório ou da ampliação do banheiro; os filhos mudaram de casa, e novos ambientes devem substituir os antigos dormitórios; ou mesmo uma familiar idoso passa a morar na casa.
    
    Uma reforma pode significar um gasto enorme, muitas vezes superior ao da construção de uma nova casa.
    Avalie cuidadosamente a reforma ou ampliação, e coloque limites bem definidos para a obra. São comuns reformas que começam com a interação de substituir somente o piso do banheiro e terminam com a troca do telhado de toda a residência.
    O maior problema enfrentado no Brasil é a baixa qualidade da mão-de-obra com a qual se pode contar. Uma reforma prevista para acontecer em um mês pode acabar levando três, e a que deveria terminar em três pode terminar somente após exaustivos seis meses . Imprevistos são muitos comuns em reformas, pois, na maioria dos casos, acontecem muitas surpresas no caminho, nem sempre boas.

    Analise e reconsidere todas as alterações do projeto inicial. Cada pequena mudança pode acarretar um grande estrago no final, com gastos que extrapolam o orçamento previsto eo tempo de entrega, que se alonga terrivelmente.


    Planejamento é a palavra-chave para uma boa reforma.


      Fonte: Livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas resodenciais  Editora: Senac

    terça-feira, 20 de setembro de 2011

    Museu das Cadeiras

    Acreditem... Há o Museu da Cadeira no Rio de Janeiro. Por não possuírem um site especifico, segue pesquisa sobre o mesmo.

    Em uma rua calma no meio do agitado bairro de Botafogo no Rio de Janeiro, um belo casarão do começo do século XX abriga o inusitado Museu da Cadeira desde 2004. São mais de 170 peças reunidas em uma única sala, cadeiras de todos os tipos e formatos espalham-se pelo chão, por prateleiras, pela parede e até mesmo pelo teto. O visual é um emaranhado intrigante a princípio, mas um olhar mais atento revela silhuetas peculiares que chamam a atenção de qualquer um.
    Tudo começou com a paixão do arquiteto e curador do museu Richard Valansi pelo universo do design e principalmente pelo design de cadeiras. Desde o início da faculdade ele começou então a colecionar e hoje, possui mais de 1.500 peças, considerado o maior acervo da América do Sul e uma das mais importantes do mundo. “A cadeira não é um mero objeto de quatro pernas, quando você entra aqui nesta sala o que você vê é a criatividade de todo mundo, do design e também a influência dos materiais em cada objeto.”, afirma o arquiteto. 
    Jornal, papelão, bambu e vidro são alguns dos materiais mais peculiares que encontramos nas cadeiras do museu, que abriga os mais valiosos e interessantes itens da coleção de Valansi. Ali há desde modelos mais simples, como a cadeira com assento e encosto em forma de disco de vinil projetada pelo carioca Bernardo Senna, até peças bem arrojadas, como uma espreguiçadeira criada por designers finlandeses para aqueles que não largam o computador em nenhum momento: o móvel tem uma espécie de bancada para colocar o objeto de modo que se possa usá-lo confortavelmente deitado.
    Uma das coisas mais interessantes que podemos observar é a contemporaneidade de algumas cadeiras desenhadas há mais de 80 anos atrás e também as peças que nos levam a fazer uma viagem no tempo. O acervo de cadeiras foi adquirido pelo próprio curador, em suas andanças por feiras, leilões e brechós no país e no exterior. “Novos designers têm feito doações para o museu, mas 90% das peças que estão aqui fui eu que fui atrás.”, diz Valansi.
    No espaço estão expostas cadeiras assinadas por importantes designers brasileiros e estrangeiros como Sérgio Rodrigues, Ricardo Fasanello, José Zanine Caldas, Le Corbusier, Pierre Paulin, Tenreiro, George Nelson e Peter Ghyczy.
    Serviço:

    Museu da Cadeira - Rua Martins Ferreira, 48 – Botafogo – Rio de Janeiro - Tel: 021- 2527 4044
    museu.da.cadeira@gmail.com

    Fonte: http://www.rodadamoda.com/post.php?id_post=372

    Por: KATH PALOMA

    quarta-feira, 14 de setembro de 2011

    CADEIRA EGÍPCIA

    Passando em uma avenida movimentada de São Paulo, vi um anuncio em uma loja sobre cadeiras egípcias, a partir de então fui pesquisar sobre o tema. Segue minha pesquisa:



    Na história das civilizações, uma das maiores manifestações culturais foi
    também responsável pelo primeiro mobiliário representativo: a cultura egípcia.
    A religião, a localização às margens do rio Nilo, a vegetação local, a tecnologia, o clima e a hierarquia social foram alguns dos muitos fatores que influenciaram o design egípcio. A motivação para a maior parte desta produção estava enraizada em crenças religiosas complexas, os egípcios eram politeístas e seus deuses representações de corpos celestiais, de humanos, de animais ou combinações dos dois últimos.
    Entretanto, é devido, especialmente, à crença egípcia de vida após a morte e
    das condições climáticas locais que atualmente se tem muitos dados e
    exemplos de como era o mobiliário desta época. Algumas peças encontradas
    no interior de tumbas reais estavam em ótimo estado de preservação.
    A madeira era um material escasso na região e, conseqüentemente, era pouco usada na arquitetura e no mobiliário. Para o primeiro, quando este material era empregado, ele tinha de ser importado e para a fabricação de móveis eram utilizadas peças de madeira de pequenas dimensões.
    Outra técnica criada e utilizada pelos egípcios era o ato de revestir peças de
    madeira de pior qualidade com lâminas de madeiras mais valiosas, como o
    ébano.


    Em todo o mobiliário pode-se perceber a ornamentação com símbolos
    religiosos, sendo que um dos primeiros móveis que se tem notícia foi o
    tamborete, usado por todas as classes sociais desde cidadãos comuns até a
    realeza.
    Segundo Blakemore (1997)
    “As cadeiras foram usadas, primeiramente, como símbolo de status, e
    só após a 18° Dinastia, foi que este mobiliário difundiu-se por todas
    as classes sociais. Este mobiliário tinha uma estrutura muito simples:
    assentos quadrados de tiras de couro ou feitos com a própria
    madeira, encostos inicialmente retos e posteriormente inclinados,
    poderiam ter ou não encosto para braços e os pés geralmente eram
    imitações de patas de animais com a interessante característica de
    representarem as patas dianteiras e as traseiras fielmente.”

    As cadeiras aparentavam riqueza e elegância e simbolizavam o status de quem as usava. Eram feitas de ébano e marfim ou de madeira e cobertas de materiais caros. Possuíam figuras em alto relevo, geralmente destacando o faraó e suas ações.
    Os pés da cadeira eram patas de animais, co mo leão e touro, simbolizando força, vigor e poder. Pode-se notar uma clara influência no que diz respeito aos pés das cadeiras egípcias em relação ao mobiliário Luís XV, onde usava-se na extremidade da cabriole leg a pata de um leão, representando a mesma simbologia da cultura do Antigo Egito.
    No Egito, os artesãos já conheciam sistemas de encaixes para madeira; usavam cavilhas e tinham habilidade na construção e
    Curiosidades
    - Cada animal representava uma qualidade, respectiva à sua própria característica. O chacal representava esperteza noturna; o gato, agilidade; o carneiro, reprodução; a serpente, poder de ataque; a águia, capacidade de voar; o escaravelho, ligado a ressurreição.

    Os móveis egípcios apresentam características distintas, como o costume de decorar os pés da cama e o emprego dos pés com forma de patas de animais. Esse costume teve origem remota na utilização de ossos de animais na confecção de pernas dos móveis.

    http://2.bp.blogspot.com/_dTIOMSQptYM/TCehO9AVlNI/AAAAAAAAATc/WsZP_KOd2Ho/s1600/banco+2.jpg
    Preço...
    Uma cadeira egípcia custa em torno de R$850,00.
    Na decoração...
    Exótico e original, o estilo egípcio vai obviamente buscar inspiração a uma das civilizações simultaneamente mais antigas e mais desenvolvidas da história da humanidade. Majestosa e real, a grandiosidade de um visual como este é garantida, não só pelos objectos e relíquias primitivas e obrigatórias, mas também pelo uso predominante das cores preto e dourado. Outras cores podem ser aplicadas em “pano de fundo”, mas preferencialmente tons pálidos.                 Em termos de materiais, a opção vai quase sempre para a pele preta, grés e mármore, em detrimento da madeira, mas se não quiser prescindir deste material, que seja madeira escura. A vertente mais divertida de uma decoração egípcia pode muito bem ser a escolha dos elementos decorativos. Por onde começar? Hieroglíficos, estátuas e máscaras de seres místicos, múmias, bustos e vasos imponentes, entre tantos outros. Mas atenção, nem de mais, nem de menos… com bom gosto para não perturbar os deuses.



    Por: KATH PALOMA

    domingo, 11 de setembro de 2011

    História das Cadeiras




    A cadeira é um objeto muito antigo, embora durante muitos séculos fosse um artigo que conferia status e dignidade a quem a usava, de fato, não foi de uso comum até o século XVI, quando então ganhou popularidade. Há muitos séculos a cadeira é considerada um dos objetos mais importantes do mobiliário e símbolo da posição social de quem se sentava sobre ela.
               As cadeiras mais antigas de que se tem notícia são as cadeiras egípcias, que demonstram ter sido de grande riqueza e esplendor.
    Ainda hoje, o maior sucesso do design industrial de todos os tempos, sendo a mãe de todas as cadeiras modernas.As cadeiras Thonet numeradas foram as primeiras a serem produzidas através do curvamento de madeiras e pioneiras também na venda por catálogos.
               O ponto das grandes mudanças é a revolução industrial quando peças únicas dão lugar à produção em série. A tecnologia está mais à mão e designers podem ter suas criações multiplicadas sob um novo conceito; o da funcionalidade. A revolução industrial do final do século XIX, além de revolucionar os meios de produção, influenciou o modo de vida e criou verdadeiras revoluções de conceitos e comportamento. O excesso de detalhes e adornos das peças antes artesanais cede lugar ao minimalismo do conceito “forma e função” e da busca pelo novo.
               O século XX viu o uso crescente de tecnologia na produção de cadeiras. O uso de metal tanto no corpo quanto nas pernas aumentou. Uma das primeiras cadeiras a se tornar famosa foi a Hill House de Charles R. Mackintosh em 1928.
                        Marcel Breuer foi o precursor do design arrojado para as cadeiras; sua criação, a cadeira Wassily, inspirada nos tubos de sua bicicleta,é um verdadeiro clássico do design mundial e como todo clássico, é atual quase cem anos depois. Deu origem ao sistema de construção de mobiliário tubular usado ainda hoje. De tão atual, há quem diga que a cadeira Wassily tem design contemporâneo.
              Os móveis modernos criados principalmente sob a influência da escola da Bauhaus na primeira metade do século XX foram tão felizes e arrojados em sua concepção que deram origem não só a estilos e formas, mas a tecnologias de fabricação e suas criações se multiplicam e sofrem releituras das mais diversas formas.
               O Design Italiano é outro tema de suma importância e influência no design das cadeiras, pois graças ao seu encanto discreto mas irresistível, o design italiano tem seus admiradores incondicionais em todo o mundo. Depois da 2ª Guerra Mundial, sobretudo a zona de Milão, se tornou a Meca do design internacional.
              O design contemporâneo por sua vez, está aí, seus designers estão em plena atividade produzindo e criando inovações. O contemporâneo bebeu da fonte do modernismo e tem em comum com o estilo mestre, a genialidade, onde forma e função são uma só diretriz, um só motivo para criar e encantar. A cadeira continua sendo um símbolo desta criação e aparece também no trabalho de artistas de maneira polêmica e muitas vezes inusitada. Hoje, com a globalização, designers criam em conjunto em nome da auto-suficiência superando obstáculos e desenvolvendo novas tecnologias. Os tempos de hoje pedem profissionais mais diretos,simplicidade e objetividade nos projetos; peças únicas são criadas com o conceito atemporal da produção seriada. Cada vez mais vemos produtos que utilizam em sua concepção, materiais recicláveis, madeiras de reflorestamento, aproveitamento de materiais de maneira ecologicamente correta e tingimento com pigmentos naturais e não poluentes.


    sábado, 10 de setembro de 2011

    RECICLANDO COM PALLETS EM MÓVEIS

    Pallets é um estrado de madeira que é utilizado para transporte e movimentação de cargas.
    
    Estamos fazendo um trabalho com pallets e confesso ficamos apaixonadas por esse material aparentemente sem graça, mas com um pouco de criatividade e ousadia podemos fazer lindas peças para decorar um ambiente.  Fiz varias pesquisa na net e encontrei milhares de idéias maravilhosas. Vejam algumas:












    
    Vale a pena colocar essas odeias em pratica, você terá uma decoração ecologicamente correta ,moderna, e barata. É possível comprar pallets por R$5,00 isso depende da região onde você mora.


    Em breve postarei o nosso trabalho feito com pallets
    Espero que gostem...

    sexta-feira, 9 de setembro de 2011

    APRESENTAÇÃO, KATH PALOMA



    Me chamo Kath Paloma, pedagoga, arte-educadora e técnica em museologia. Trabalho com acondicionamento, catalogação e higienização de acervo museológico, também no setor educativo com atendimento ao público e na criação de projetos educativos. Já trabalhei na docência, algo que também me encanta.










    Á convite da designer Ruthnéia Grandi, elencarei alguns mobiliários, e por meio de pesquisas apresentarei o contexto histórico dos mesmos.
               






    Assim para “começar do começo”, entendamos o conceito de mobiliário.

    Denomina-se mobiliário o conjunto de móveis ou peças utilizados pelo homem no ambiente doméstico ou funcional, como complemento da posição de seu corpo ou guarda de seus pertences, de seu prazer estético ou bem-estar, em condições e para fins de trabalho ou de lazer, de atividade ou repouso.
    De acordo com Bayeux (1997)

    “Através das peças que compõem o mobiliário é possível detectar
    necessidades e interesses diversos de uma dada sociedade numa
    determinada época e, até mesmo, a mudança de certos conceitos,
    como, por exemplo, o de funcionalidade – a cadeira vista como um
    objeto utilitário básico do nosso cotidiano, foi usada como símbolo
    hierárquico, como objeto de afirmação de poder em que o conforto
    não era sequer considerado.”

    Fazendo uma avaliação histórica através do tempo e das civilizações, é
    possível observar que alguns fatores influenciaram e, até hoje, influenciam o
    design de um mobiliário. O clima, a tecnologia: materiais e técnicas de
    construção, a cultura, o social e os recursos econômicos disponíveis foram e
    ainda são alguns desses determinantes.
    Através do estudo da postura e das aspirações do homem, em conformidade com os valores e padrões culturais, e da análise dos padrões sociais e econômicos, é possível traçar um panorama geral da evolução do mobiliário, de seus detalhes construtivos e seus conceitos para melhor entender o móvel atual. E é este o objetivo deste capítulo: estudar a evolução do mobiliário, levando em conta os diferentes padrões estéticos ao longo da história e criando, assim, bases para o estudo do móvel atual.


    Fonte: www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/PASA-8AMJ6K/1/analise_biomec_nica_da_estrutura..._carla_paoliello.pdf

    

    terça-feira, 30 de agosto de 2011

    CARUARU, MARCELO ROSENBAUM


    “A linha Caruaru é uma homenagem ao pensamento simples, autêntico, que permite reinventar-se todo dia. Traz essa riqueza tão abundante Brasil afora, para dentro de nossas casas, como exaltação da essência do popular brasileiro”, diz o designer Marcelo Rosenbaum.
     O material principal utilizado na coleção Caruaru, que tem 18 peças, é a madeira pínus cultivada. Quando coloridos, os móveis ganham os tons de amarelo-sol-do-agreste, azul-céu-do-agreste, cinza-guará, verde-mandacaru, preto-carcará ou laranja-caju.










     
    E assim são os móveis assinados pelo escritório Rosenbaum especialmente para a Micasa e produzidos pela indústria Artefama: um misto de improviso colorido com a cara do nordeste brasileiro.



    ORGULHO DE SER NORDESTINO...